Oficina orienta produtores sobre acesso ao SENAF e à Vitrine da Agricultura Familiar
Atividade apresentou informações sobre o SENAF, os critérios para solicitação e o passo a passo para acessar a Vitrine da Agricultura Familiar
Publicado: 09 Outubro, 2026 - 14h12 | Última modificação: 09 Outubro, 2026 - 14h30
Escrito por: Allanda Dias
Contraf Brasil
A agricultura familiar conta com mais uma ferramenta de identificação, valorização e visibilidade de seus produtos: o Selo Nacional da Agricultura Familiar (SENAF). Para ampliar o conhecimento sobre essa iniciativa, uma oficina realizada nesta semana apresentou informações sobre o selo, suas modalidades e os caminhos para realizar a solicitação.
Durante a atividade, foram explicados os procedimentos necessários para acessar a Vitrine da Agricultura Familiar, plataforma do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) que reúne produtos e serviços da agricultura familiar e permite a solicitação e renovação do SENAF.
A orientação apresentada durante a oficina mostrou, de forma prática, as etapas para o cadastro: acesso à plataforma, identificação, preenchimento das informações do empreendimento, descrição dos produtos e inserção de imagens. Para solicitar o selo, é necessário estar inscrito no Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF).
Um selo que valoriza a diversidade da Agricultura Familiar
O SENAF identifica produtos da agricultura familiar e contribui para ampliar sua visibilidade, além de possibilitar a rastreabilidade por meio de número de série e QR Code. Após a aprovação, o produto pode ser apresentado na Vitrine da Agricultura Familiar, aproximando quem produz de consumidores e mercados.
A iniciativa também reconhece a diversidade dos que constroem a agricultura familiar. Entre as modalidades disponíveis estão o SENAF Mulheres Rurais e o SENAF Juventude, voltados, respectivamente, às mulheres agricultoras familiares e aos jovens agricultores familiares. Também existem modalidades destinadas à sociobiodiversidade, povos indígenas, quilombolas, povos e comunidades tradicionais e empresas parceiras.
A oficina reforçou, assim, a importância de conhecer os instrumentos disponíveis para fortalecer a produção, dar visibilidade aos produtos da agricultura familiar e reconhecer o protagonismo de quem produz alimentos, preserva saberes e movimenta a economia dos territórios.

